sexta-feira, 30 de março de 2012

hrc

já tenho a minha máquina de volta há estrada..iupiiiiiiiii..hehehe
domingo cabo da roca..

A força não provém da capacidade física e sim de uma vontade indomável....

segunda-feira, 26 de março de 2012



As Vezes construímos sonhos em cima de grandes pessoas... O tempo passa... e descobrimos que grandes mesmo eram os sonhos e as pessoas pequenas demais para torná-los reais!
As mulheres, como os sonhos, nunca são como as imaginamos.

domingo, 18 de março de 2012



Se eu pudesse viver novamente a minha vida, na próxima trataria de cometer mais erros. Não tentaria ser tão perfeito, relaxaria mais.
Seria mais tolo ainda do que tenho sido, na verdade bem poucas coisas levaria a sério. Seria menos higiênico. Correria mais riscos, viajaria mais, contemplaria mais entardeceres, subiria mais montanhas, nadaria mais rios.
Iria a mais lugares aonde nunca fui, tomaria mais sorvete e menos lentilha, teria mais problemas reais e menos problemas imaginários.
Eu fui uma dessas pessoas que viveu sensata e produtivamente cada minuto da vida, claro que tive momentos de alegria. Mas, se pudesse voltar a viver, trataria de ter somente bons momentos. Porque, se não sabem, disso é feita a vida, só de bons momentos; não percam o agora.
Eu era um desses que nunca ia a parte alguma sem um termômetro, uma bolsa de água quente, um guarda-chuva e um paraquedas; se voltasse a viver, viajaria mais leve.
Se pudesse voltar a viver, começaria a andar descalço no começo da primavera e continuaria assim até o fim de outono.
Daria mais voltas na minha rua, contemplaria mais amanheceres e brincaria com mais crianças, se tivesse uma vida outra vez pela frente.
Mas, já viram, tenho 85 anos e sei que estou morrendo.


O texto é de autoria desconhecida. Alguns, entretanto, o atribuem ao escritor argentino Jorge Luís Borges, e outros, à escritora americana Nadine Star.

quinta-feira, 1 de março de 2012

que mal fiz eu




Na esteira da vida vejo-me a deambular, perco-me em ilusões que me impedem de ver a realidade, resisto ao que o acaso me ofereceu sem lutar por algo mais.
Cada dia parece-me perdido, sem que o meu esforço tenha valido a pena, sem que as minhas palavras tenham surtido efeito.
Vejo-me em obrigações que não são recíprocas, em acções que não servem os meus propósitos, numa luta inglória onde só eu vejo o caminho certo ou onde só eu luto.
O pior de tudo é o que eu penso de mim mesmo, a crítica, o julgamento, a inércia, tudo isto me fere dia após dia numa dor que faz sentir inútil, triste, um zombie que se acomoda que se acobarda sem tomar uma atitude perante a vida, com medo de sofrer vou sofrendo mais e mais…
A verdade é que dói, dói sempre que a solidão se aproxima, dói sempre que quero ter alguém com quem falar e não o tenho, dói ser assim exigente com a vida e frustrado por não conseguir ficar satisfeito com o que ela me dá.
Ao longo dos tempos tenho vivido muito mais do que esperava viver, talvez por sempre ter sido assim um acomodado à vida não esperasse tanto, nos dias de hoje olho para trás e vejo o tanto que estava errado, o quanto fui usado, o quanto não arrisquei, o quanto amei … e é sobretudo aqui neste campo que a vida me deixa mais abatido, no campo dos sentimentos, onde uma mistura de reconhecimento, dedicação e amor verdadeiro e incondicional tem ficado aquém daquilo que eu dou, daquilo que eu desejo, daquilo que eu acho que mereço. Por vezes tenho medo de estar a ser pretensioso, desprezando e menosprezando o que me tem sido dado e a verdade é que também tenho tido alegrias, também me têm feito feliz, mas há sempre um mas … sempre algo que não está no ponto e não me refiro a algo mesquinho, algo que seja puro capricho, não! É sempre algo que mete em causa aquilo que sou, aquilo em que acredito, os meus princípios.
Na vida não procuro riquezas além daquelas que alguém me pode dar ao estar ao meu lado, um chegar a casa sendo recebido com um abraço desejoso, o sentir que tudo pode mudar mas não o desejo da minha presença na vida dessa pessoa, a alegria de saber que nos temos mutuamente por inteiro e que tudo mais são pormenores variáveis que em nada alteram o nosso amor constante. É isto que procuro, é isto que me falta, tem sido esta falta que me tem deixado seco, vegetante, …
Mesmo quando finalmente encontro alguém que me deixa deslumbrado, cego de amor, completamente entregue a esse sentimento que me deixa vivo, ao capaz de lutar por tudo ou desistir de tudo o resto, mesmo assim tem de haver algo que me deixa mal, frustrado, ….
Eu! Senhor das soluções, um perfeccionista, alguém que é afectado pelo ambiente que o envolve, vê-se agora embrenhado no declínio do caos, desordem total, onde o acaso reina, onde tudo é inconstante, onde tudo é incerto.
Mas que mal fiz eu ?!?!?!?